associacao comunitaria jardim das mangabeiras
quinta-feira, 2 de junho de 2016
PLANEJANDO A AÇÃO
PLANEJANDO A AÇÃO
Uma dona de casa, ao preparar um pão, no mínimo precisa verificar se tem todos os ingredientes, caso contrário seu objetivo não será conquistado. Se não tiver o fermento, por exemplo, recorrerá à vizinha. O ato de ela ir até o armário, verificar se tem tudo, calcular o tempo de feitio de seu saboroso pão podemos chamar de Planejamento
Da mesma forma, tudo o que for realizado numa Associação de Moradores precisa ser bem pensado, discutido, planejado. Não se pode, por exemplo, querer fazer uma praça na vila se a maioria do povo insiste na instalação de rede de esgoto. Cada coisa em sua vez.
Ao se planejar uma ação qualquer, é sempre bom ter claros alguns pontos:
A realidade do bairro e seus limites;
A carência financeira dos moradores;
As forças aliadas, os que ajudam a Associação (Ex: O
dono do supermercado, a diretora da escola local, etc);
As forças contrárias à existência da Associação (Ex:
Alguém que perdeu a eleição, etc);
O tempo que será gasto para a realização de cada objetivo.
(Ex: Construir uma sede em 18 meses);
Não dando certo na primeira tentativa, como procederão?
Ao se planejar não se pode ver somente o hoje. É preciso olhar mais longe e mais fundo. Se a luta é pelo transporte coletivo não para só aí. Com ela vem a luta do asfalto onde o ônibus vai passar e, ainda, a da rede de esgoto. Uma coisa está intimamente ligada à outra.
Planejamento Passo a Passo:
1º Passo - Identificar Problemas
• Agricultura
• Assistência Social (renda mínima, defesa mulher)
• Cultura, Esporte e Lazer (eventos, praças e quadras
públicas)
• Educação (infantil, fundamental e médio, jovens e adultos,
superior)
• Meio Ambiente (lixo, reciclagem, rio)
• Mobilidade Humana (acesso deficientes, transporte público)
• Planejamento Urbano (plano diretor, pavimentação de vias)
• Saúde (postos/ambulatórios, hospital, PSF's, saneamento)
• Segurança Pública
• Trabalho e Renda (cooperativas populares)
• Controle Social (conselhos deliberativos, orçamento
participativo)
2º Passo - Apontar Soluções para os Problemas (Tarefas, Ações)
3º Passo - Indicar Responsáveis para cada uma das Tarefas Definidas
4º Passo - Indicar Equipes que contribuirão com os Responsáveis
5º Passo - Estipular Prazos de Execução das Tarefas (para cada).
etapa)
Alguns Elementos Básicos que devem ser Analisados durante o Planejamento Estratégico:
ORGANIZAÇÃO
• A entidade possui Estatuto Social atualizado registrado em
cartório (conforme determinações do novo código civil);
• Possui CNPJ registrado na Receita Federal (a titularidade
encontra-se no nome do atual presidente);
• Esta em dia com todas as Declarações de Imposto de
Renda (possui dívidas por atraso de envio);
• Possui Conta Bancária vinculada ao CNPJ (a conta é em
banco público BESC
• Possui Conta Bancária vinculada ao CNPJ (a conta é em
banco público BESC);
• É Declarada de Utilidade Pública (municipal e estadual);
• Possui Livro de Presenças, de Atas e Caixa (faz uso regular
e correto);
• Esta Filiada a FAMESC (em dia com suas obrigações);
• Possui Cadastro de seus Associados;
• Possui Sede (tem estrutura mínima suficiente);
• Possui Convênios com Universidades, Poder Público e
outros.
Quando se tratar de União de Associação de Moradores
• Possui Cadastro das suas Entidades Filiadas;
• Oferece assessoria para Planejamento das filiadas;
• Oferece assessoria para/na Reforma dos Estatutos das
Filiadas; e
• Já fez levantamento das necessidades (pesquisa)
apontadas pela população de cada um dos bairros
(comunidades) do município.
COMUNICAÇÃO
• Possui Informativo Impresso (periodicamente);
• Possui Sítio na Internet (atualizado);
• Possui Endereço Eletrônico/e-mail (consulta-o
regularmente);
• A direção costuma Ocupar Espaços na Imprensa Local
divulgando seu trabalho (rádio, jornais e TV comerciais,
como também, comunitárias);
• Envia Ofícios aos poderes públicos (prefeitura, câmara de
vereadores e etc), documentando suas reivindicações e
divulgando suas ações; e
• Possui Cadastro Atualizado de seus Associados (telefone,
endereço e e-mail), mantém contato regular.
Quando se tratar de União de Associação de Moradores
• Possui Cadastro Atualizado da Filiadas (telefone, endereço
e e-mail), mantém contato regular.
EVENTOS
• Realiza eventos Esportivos e de Lazer (jogos, gincanas,
olimpíadas);
• Promove eventos de natureza Cultural (cinema, teatro,
música); e
• Promove eventos para Captar Recursos (bailes, almoços,
jantas).
FINANÇAS
• Tem uma Política de Finanças junto aos Associados
(mensalidade);
• Possui algum tipo de Convênio para captar fundos junto à
comunidade em geral (CELESC); e
• Possui algum dirigente ou colaborador indicado e
capacitado para Desenvolver Projetos e/ou Captar Quando se tratar de União de Associação de Moradores
• Tem uma Política de Finanças junto as Filiadas
(mensalidade).
FORMAÇÃO
• Tem uma Política de Formação para os Associados que
promova o desenvolvimento de novas lideranças.
Quando se tratar de União de Associação de Moradores
• Tem uma Política de Formação para os dirigentes das
filiadas, como também, para desenvolvimento de novas
lideranças;
BANDEIRAS DE LUTAS
• O sentido de existir das entidades comunitárias é a melhoria
da condição de vida da população por elas representadas,
em especial as camadas populares
O momento de planejar as ações de uma Entidade Comunitária deve ter como elemento central o levantamento de suas bandeiras de lutas. Ou seja, quais as ações prioritárias a serem atacadas. Aquelas que são comuns à maioria de seus representados.
Mesmo entre as Bandeiras de Lutas, deve-se eleger prioridades.
Para tentar contribuir, listamos no item Identificar Problemas, algumas áreas que devem ser discutidas quando na decisão das Bandeiras de Luta de sua entidade.
LEMBRE-SE SEMPRE
Planejar significa pensar antes de agir, pensar sistematicamente, com método; explicar cada uma das possibilidades e analisar suas respectivas vantagens e desvantagens; propor objetivos. É projetar-se para o futuro, porque as ações de hoje terão sido eficazes ou ineficazes, dependendo do que pode ou não acontecer amanhã. O Planejamento é a ferramenta para pensar e criar o Recursos
Há pessoas que afirmam que planejar é impossível, ou que não surte efeitos. Que o futuro é incerto, e por isso planejar torna-se desnecessário, pura perda de tempo.
É fácil rebater estas argumentações. Podemos desvalidá-las com exemplos práticos ou mesmo no plano teórico. Vejamos:
Uma dona de casa, ao preparar um pão, no mínimo precisa verificar se tem todos os ingredientes, caso contrário seu objetivo não será conquistado. Se não tiver o fermento, por exemplo, recorrerá à vizinha. O ato de ela ir até o armário, verificar se tem tudo, calcular o tempo de feitio de seu saboroso pão podemos chamar de Planejamento
Da mesma forma, tudo o que for realizado numa Associação de Moradores precisa ser bem pensado, discutido, planejado. Não se pode, por exemplo, querer fazer uma praça na vila se a maioria do povo insiste na instalação de rede de esgoto. Cada coisa em sua vez.
Ao se planejar uma ação qualquer, é sempre bom ter claros alguns pontos:
A realidade do bairro e seus limites;
A carência financeira dos moradores;
As forças aliadas, os que ajudam a Associação (Ex: O
dono do supermercado, a diretora da escola local, etc);
As forças contrárias à existência da Associação (Ex:
Alguém que perdeu a eleição, etc);
O tempo que será gasto para a realização de cada objetivo.
(Ex: Construir uma sede em 18 meses);
Não dando certo na primeira tentativa, como procederão?
Ao se planejar não se pode ver somente o hoje. É preciso olhar mais longe e mais fundo. Se a luta é pelo transporte coletivo não para só aí. Com ela vem a luta do asfalto onde o ônibus vai passar e, ainda, a da rede de esgoto. Uma coisa está intimamente ligada à outra.
Planejamento Passo a Passo:
1º Passo - Identificar Problemas
• Agricultura
• Assistência Social (renda mínima, defesa mulher)
• Cultura, Esporte e Lazer (eventos, praças e quadras
públicas)
• Educação (infantil, fundamental e médio, jovens e adultos,
superior)
• Meio Ambiente (lixo, reciclagem, rio)
• Mobilidade Humana (acesso deficientes, transporte público)
• Planejamento Urbano (plano diretor, pavimentação de vias)
• Saúde (postos/ambulatórios, hospital, PSF's, saneamento)
• Segurança Pública
• Trabalho e Renda (cooperativas populares)
• Controle Social (conselhos deliberativos, orçamento
participativo)
2º Passo - Apontar Soluções para os Problemas (Tarefas, Ações)
3º Passo - Indicar Responsáveis para cada uma das Tarefas Definidas
4º Passo - Indicar Equipes que contribuirão com os Responsáveis
5º Passo - Estipular Prazos de Execução das Tarefas (para cada).
etapa)
Alguns Elementos Básicos que devem ser Analisados durante o Planejamento Estratégico:
ORGANIZAÇÃO
• A entidade possui Estatuto Social atualizado registrado em
cartório (conforme determinações do novo código civil);
• Possui CNPJ registrado na Receita Federal (a titularidade
encontra-se no nome do atual presidente);
• Esta em dia com todas as Declarações de Imposto de
Renda (possui dívidas por atraso de envio);
• Possui Conta Bancária vinculada ao CNPJ (a conta é em
banco público BESC
• Possui Conta Bancária vinculada ao CNPJ (a conta é em
banco público BESC);
• É Declarada de Utilidade Pública (municipal e estadual);
• Possui Livro de Presenças, de Atas e Caixa (faz uso regular
e correto);
• Esta Filiada a FAMESC (em dia com suas obrigações);
• Possui Cadastro de seus Associados;
• Possui Sede (tem estrutura mínima suficiente);
• Possui Convênios com Universidades, Poder Público e
outros.
Quando se tratar de União de Associação de Moradores
• Possui Cadastro das suas Entidades Filiadas;
• Oferece assessoria para Planejamento das filiadas;
• Oferece assessoria para/na Reforma dos Estatutos das
Filiadas; e
• Já fez levantamento das necessidades (pesquisa)
apontadas pela população de cada um dos bairros
(comunidades) do município.
COMUNICAÇÃO
• Possui Informativo Impresso (periodicamente);
• Possui Sítio na Internet (atualizado);
• Possui Endereço Eletrônico/e-mail (consulta-o
regularmente);
• A direção costuma Ocupar Espaços na Imprensa Local
divulgando seu trabalho (rádio, jornais e TV comerciais,
como também, comunitárias);
• Envia Ofícios aos poderes públicos (prefeitura, câmara de
vereadores e etc), documentando suas reivindicações e
divulgando suas ações; e
• Possui Cadastro Atualizado de seus Associados (telefone,
endereço e e-mail), mantém contato regular.
Quando se tratar de União de Associação de Moradores
• Possui Cadastro Atualizado da Filiadas (telefone, endereço
e e-mail), mantém contato regular.
EVENTOS
• Realiza eventos Esportivos e de Lazer (jogos, gincanas,
olimpíadas);
• Promove eventos de natureza Cultural (cinema, teatro,
música); e
• Promove eventos para Captar Recursos (bailes, almoços,
jantas).
FINANÇAS
• Tem uma Política de Finanças junto aos Associados
(mensalidade);
• Possui algum tipo de Convênio para captar fundos junto à
comunidade em geral (CELESC); e
• Possui algum dirigente ou colaborador indicado e
capacitado para Desenvolver Projetos e/ou Captar Quando se tratar de União de Associação de Moradores
• Tem uma Política de Finanças junto as Filiadas
(mensalidade).
FORMAÇÃO
• Tem uma Política de Formação para os Associados que
promova o desenvolvimento de novas lideranças.
Quando se tratar de União de Associação de Moradores
• Tem uma Política de Formação para os dirigentes das
filiadas, como também, para desenvolvimento de novas
lideranças;
BANDEIRAS DE LUTAS
• O sentido de existir das entidades comunitárias é a melhoria
da condição de vida da população por elas representadas,
em especial as camadas populares
O momento de planejar as ações de uma Entidade Comunitária deve ter como elemento central o levantamento de suas bandeiras de lutas. Ou seja, quais as ações prioritárias a serem atacadas. Aquelas que são comuns à maioria de seus representados.
Mesmo entre as Bandeiras de Lutas, deve-se eleger prioridades.
Para tentar contribuir, listamos no item Identificar Problemas, algumas áreas que devem ser discutidas quando na decisão das Bandeiras de Luta de sua entidade.
LEMBRE-SE SEMPRE
Planejar significa pensar antes de agir, pensar sistematicamente, com método; explicar cada uma das possibilidades e analisar suas respectivas vantagens e desvantagens; propor objetivos. É projetar-se para o futuro, porque as ações de hoje terão sido eficazes ou ineficazes, dependendo do que pode ou não acontecer amanhã. O Planejamento é a ferramenta para pensar e criar o Recursos
Há pessoas que afirmam que planejar é impossível, ou que não surte efeitos. Que o futuro é incerto, e por isso planejar torna-se desnecessário, pura perda de tempo.
É fácil rebater estas argumentações. Podemos desvalidá-las com exemplos práticos ou mesmo no plano teórico. Vejamos:
As Assembléias
As Assembleias
Essa reunião é mais pública, aberta, e, reunindo mais gente, se torna a expressão comum da maioria dos moradores do local.
As Assembleias acontecem de acordo com o que manda o Estatuto da Associação. Como nas reuniões, todos os itens devem ser observados rigorosamente para o bom andamento dos trabalhos:
Encontrar local adequado;
Se houver votação, providenciar as cédulas eleitorais,
definir quem vota, quem confere os votos, como será o
processo eleitoral;
O que for definido deve ser documentado e constado em
Ata;
Se forem formadas Comissões de moradores para
trabalhos específicos estabelecer um prazo para a
apresentação de resultados.
Ordinárias: Aquelas com prazos previstos no Estatuto, a exemplo das de Eleição ou de Prestação de Contas.
Extraordinárias: Toda aquela convocada fora do prazo das assembléias ordinárias, que atendam a forma e prazos legais de chamada, conforme previsto no Estatuto e/ou outras na forma da Lei.
Atenção: Deve ser claramente definido quem tem direito a voz e voto, tanto nas Reuniões ou Assembleias, para que não haja questionamentos futuros. Só têm direito a votar quem estiver em dia com suas obrigações para com a entidade, conforme previsão do Estatuto ou outros documentos que regulem a situação, devendo ainda, assinar à lista dos presentes.
Essa reunião é mais pública, aberta, e, reunindo mais gente, se torna a expressão comum da maioria dos moradores do local.
As Assembleias acontecem de acordo com o que manda o Estatuto da Associação. Como nas reuniões, todos os itens devem ser observados rigorosamente para o bom andamento dos trabalhos:
Encontrar local adequado;
Se houver votação, providenciar as cédulas eleitorais,
definir quem vota, quem confere os votos, como será o
processo eleitoral;
O que for definido deve ser documentado e constado em
Ata;
Se forem formadas Comissões de moradores para
trabalhos específicos estabelecer um prazo para a
apresentação de resultados.
Ordinárias: Aquelas com prazos previstos no Estatuto, a exemplo das de Eleição ou de Prestação de Contas.
Extraordinárias: Toda aquela convocada fora do prazo das assembléias ordinárias, que atendam a forma e prazos legais de chamada, conforme previsto no Estatuto e/ou outras na forma da Lei.
Atenção: Deve ser claramente definido quem tem direito a voz e voto, tanto nas Reuniões ou Assembleias, para que não haja questionamentos futuros. Só têm direito a votar quem estiver em dia com suas obrigações para com a entidade, conforme previsão do Estatuto ou outros documentos que regulem a situação, devendo ainda, assinar à lista dos presentes.
REUNIÕES E ASSEMBLÉIAS
REUNIÕES E ASSEMBLEIAS
As reuniões
Para se passar à população da área o que se pretende fazer, é necessário reunir pessoas para discutir, estudar determinado assunto, traçar metas. Não é democrático monopolizar as decisões, ou seja, só aceitar uma opinião. É preciso abrir-se ao novo, ao diferente, não perdendo, no entanto, tais pontos:
Definir qual é o público que deve participar da reunião (Ex:
Só a Diretoria, chamar moradores de cada rua);
Escolher local conhecido por todos;
Preparar bem os assuntos, tendo clareza de onde se quer
chegar (Listar assuntos);
Marcar horário de início e término da reunião para que não
seja longa demais e acabe esvaziada (Controlar bem o
tempo);
Preferencialmente, propor que as pessoas se sentem em
círculo, para que todos se vejam e se comuniquem melhor;
O Coordenador(a) deve permitir que todos falem, opinem,
porém de forma que cada um(a), na sua vez, seja
ouvido(a) e entendido(a); Alguém secretaria a reunião para que esta seja registrada
em ata e assinada por todos os participantes;
Os resultados devem ser bem entendidos e as decisões
assumidas por todos;
Quando estranhos ou contrários à atuação da Diretoria se
fizerem presentes, é importante ter firmeza para que as
decisões certas sejam tomadas pela maioria e não
apenas por palpiteiros que não colaboram com os
trabalhos no dia-a-dia do bairro.
Reunião Ordinária: É aquela que acontece regularmente dentro dos prazos estabelecidos no Estatuto, Regimento Interno, ou pela Diretoria. O Conselho Fiscal também deve seguir estas condições.
Reunião Extraordinária: É toda aquela que for chamada fora do prazo das reuniões ordinárias, cumprindo formas e prazos especiais. Geralmente são convocadas para discutir assuntos de extrema importância e urgência.
Obs.: É aconselhável que a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal estabeleçam calendários anuais e passem por escrito a todos os seus membros, para que estes não esqueçam de agendar os compromissos com as reuniões da entidade, visto que após determinado número de faltas, podem ser substituídos.
• O Conselho Fiscal também deve fazer suas atas no livro da
entidade e registrar as presenças;
• Quem vota nas reuniões ordinárias são os membros da
Diretoria, sob pena de nulidade da votação;
• Nas reuniões extraordinárias este direito pode ser estendido
aos conselheiros fiscais e demais associados que estejam
em dia com suas obrigações para com a entidade.
As reuniões
Para se passar à população da área o que se pretende fazer, é necessário reunir pessoas para discutir, estudar determinado assunto, traçar metas. Não é democrático monopolizar as decisões, ou seja, só aceitar uma opinião. É preciso abrir-se ao novo, ao diferente, não perdendo, no entanto, tais pontos:
Definir qual é o público que deve participar da reunião (Ex:
Só a Diretoria, chamar moradores de cada rua);
Escolher local conhecido por todos;
Preparar bem os assuntos, tendo clareza de onde se quer
chegar (Listar assuntos);
Marcar horário de início e término da reunião para que não
seja longa demais e acabe esvaziada (Controlar bem o
tempo);
Preferencialmente, propor que as pessoas se sentem em
círculo, para que todos se vejam e se comuniquem melhor;
O Coordenador(a) deve permitir que todos falem, opinem,
porém de forma que cada um(a), na sua vez, seja
ouvido(a) e entendido(a); Alguém secretaria a reunião para que esta seja registrada
em ata e assinada por todos os participantes;
Os resultados devem ser bem entendidos e as decisões
assumidas por todos;
Quando estranhos ou contrários à atuação da Diretoria se
fizerem presentes, é importante ter firmeza para que as
decisões certas sejam tomadas pela maioria e não
apenas por palpiteiros que não colaboram com os
trabalhos no dia-a-dia do bairro.
Reunião Ordinária: É aquela que acontece regularmente dentro dos prazos estabelecidos no Estatuto, Regimento Interno, ou pela Diretoria. O Conselho Fiscal também deve seguir estas condições.
Reunião Extraordinária: É toda aquela que for chamada fora do prazo das reuniões ordinárias, cumprindo formas e prazos especiais. Geralmente são convocadas para discutir assuntos de extrema importância e urgência.
Obs.: É aconselhável que a Diretoria Executiva e o Conselho Fiscal estabeleçam calendários anuais e passem por escrito a todos os seus membros, para que estes não esqueçam de agendar os compromissos com as reuniões da entidade, visto que após determinado número de faltas, podem ser substituídos.
• O Conselho Fiscal também deve fazer suas atas no livro da
entidade e registrar as presenças;
• Quem vota nas reuniões ordinárias são os membros da
Diretoria, sob pena de nulidade da votação;
• Nas reuniões extraordinárias este direito pode ser estendido
aos conselheiros fiscais e demais associados que estejam
em dia com suas obrigações para com a entidade.
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